"Cada lição de Latim é uma lição de lógica."
Fouillée
A grande herança cultural deixada pelo Império Romano no Ocidente, e porque não no Oriente também, é de incomensurável grandeza. De toda essa herança, talvez a linguística seja a de maior força e repercussão, uma vez que todas as línguas ocidentais e algumas do Oriente.
Sendo assim, é interessante refletirmos sobre como se deu essa “eternidade” do latim, qual a sua origem e porque é tão forte sua presença. Para isso, é de suma importância que verifiquemos como ocorreu o processo de romanização e, principalmente, a importância do latim clássico e, muito em especial, do latim dito “vulgar” na formação das línguas românicas ou neolatinas.
Alguns processos lingüísticos já adotados pelo falantes da época no que constitui a homogeneidade do latim dito “vulgar”, ainda são produtivos na dinâmica das línguas, como a tendência à simplificação e o uso de formas analíticas, sem falar da produtividade dos empréstimos lingüísticos. Como a Cidade Eterna, a língua eterna, de uma forma ou de outra, prevalece, e até o presente não há indícios de que o seu futuro seja diferente.
Possui normas e regras como a nossa Língua Portuguesa, está muito sem prestígio, mais é necessário sabermos o sua importância e conhecer esse outro lado da cultura do mundo.
Como diz, o nosso querido Ms. Paulo Alberto, no latim tudo é lindo, só conhecendo para saber e quem o conhece pode se considerar alguém de nível culto e produtivo! "Ex abundanctia enim cordis os loquitur".
(A boca fala do que está cheio o coração)


0 comentários:
Postar um comentário