segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

A batida da vida

Paro sempre para pensar em algo, que é tão infinito e ao mesmo tempo é um grão de feijão, pequeno e sem tradução. 
A VIDA!!! 
Bom seria, se pudessemos mandar em nossas decisões, mandar no nosso coração, mandar simplismente em nosso ser. O coração é o órgão principal dessa mensidão, só ele esta bem estamos bem com nós mesmo e com o mundo lá fora... Ele bate de acordo com a nossa visão, nossa necessidade.
Amamos? Sim claro, amamos um sorrisso, um carinho, um abraço, o irmão, a natureza, até mesmo um NÃO quando queriamos ouvir um SIM.
Amor, amar, faz parte da realidade de uma pessoa, embora quase sempre é isso que nos faz sofrer mais, nos faz desanimar da vida. O humano ama mais, ama errado; não sabe exergar que o coração é mais que um órgão que nos faz respirar, é um órgão sentimental, que bombardeia cada reação que temos:
Se recebemos um sorriso o nosso coração se alegra...
Se somos mal tratados o nosso coração se fecha...
Se amamos e somos correspondidos o nosso coração nos apresenta uma batida mais forte, a respiração falta e conosco fica aquele desejo que aquele momento nunca se acabe...
Se amamos e esse amor não é reconhecido ao olhor do outro, o nosso coração, seca, perde o brilho, perde o compasso da batida, tudo se torna cinza e aquilo que podeira ser algo que dure pouco se torna alogo incessante na nossa memória.
É necessário amar, o segredo de uma grande felicidade é amar! 
Ame a vida, mais ame-se primeiramente, enquanto o seu amor não te enxerga, ame a vida quem sabe um dia, em uma batida certa os corações se cruzam e se fazem uma única batida!!!

Marcela Rodrigues Trindade

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