A ideia de que se tem de tal dizer, cemitério é considerado um lugar escuro, sombrio, de mortos.
De acordo com o dicionário HOUAISS "cemitério":. é o espaço, terreno, em que enterram e guarda cadávares humanos, lugar onde atiram ou depositam objetos velhos, inutilizados.
Cada um ve tal ambiente de uma forma diferente, para alguns é lugar de passeio, espiritualidade, para outros já é um lugar de cusas arrepios, de fantasmas.
Mas vou lhe dizer mais, já parou pra pensar no cemitério que tem dentro de você?
É algo estrondoso há princípios, mas não é um fato!
Vou explicar, o nosso consciente é um cemitério onde estão enterrados os mortos bons e mortos ruins, é nele que encontramos objetos velhos; as recordações; as paredes vividas.
Mais porque não chamar o consciente de baú de recordações?
É simples, no cemitério encontramos pessoas que foram boas e ruins, assim como no nosso consciente guardamos tudo numa área, é a dor e a alegria, o encontro e desencontro, e no baú é diferente?O baú pode se dizer é uma pela que fica lá intacta, você só abre se quiser, só ve o bom e o mal se procurar, uma simples bagagem, que muitos preferem não abri-la.
Fazer uma análise do nosso consciente é entrar na porta de um cemitério é ter medo de dizer que errou, de encontrar com o nosso passado, de dizer a verdade quando foi a mentira que prevaleceu, é se relembrar das pessoas que você pensou que nunca ia te ferir, é o lado de ser criança, de achar tudo flores, ou seja, é você fazer uma análise de você mesmo, como as ondas do mar fazem com a areia durante a noite.
Você já entrou dentro do seu cemitério, já teve medo, já parou, já sentiu sozinho, já levantou e prosseguiu...
Entretando não sinta-se receio em buscar o seu consciente nele estará enterrado as coisas
boas e ruins só depende de você para refazer a sua parte onde errou; porque os que dormem no nosso consciente, pode ser sepultado e ressuscitar dentro de nós!
boas e ruins só depende de você para refazer a sua parte onde errou; porque os que dormem no nosso consciente, pode ser sepultado e ressuscitar dentro de nós!
Marcela Rodrigues Trindade

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